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Acervo em vídeo das Reuniões Clínicas Online da Disciplina de Ginecologia

Linha 1
Linha 2
TRH no Climatério: como selecionar os progestagênios
01:01:36

TRH no Climatério: como selecionar os progestagênios

Resumo em tópicos: Progestagênio na assistência à mulher na transição e pós-menopausa: Importância da diferenciação entre projetos gênios. Variação nos efeitos e na determinação da anticoncepção. Terapias de reposição hormonal no climatério: Diferença entre estrogênio natural e sintético. Funções da progesterona na manutenção da gravidez e na terapia hormonal. Repercussões da estimulação prolongada por estrogênios: Risco de hiperplasia e câncer endometrial na ausência de progesterona. Importância do equilíbrio hormonal na prevenção de complicações. Classificação dos projetos gênios: Derivados da hidroxiprogesterona acetinada e não acetinada. Norpregnantes e suas características. Atividades biológicas dos projetos gênios: Ação agonista e antagonista nos receptores de hormônios. Seletividade baseada na afinidade com os receptores. Relação entre hormônios e pressão arterial: Dependência de fatores como estado hormonal, dose e via de administração. Impacto do cortisol na saúde óssea e pressão arterial. Considerações finais sobre projetos gênios: Importância da interação hormonal. Necessidade de avaliação individualizada para garantir segurança. Medicamentos Hormonais e Efeitos: Discussão sobre progestágenos e estrogênios nos receptores. Efeitos na função hepática e pressão sanguínea. Efeitos Metabólicos: Comparação dos efeitos de estrogênio e andrógeno nos níveis de colesterol. Impacto da terapia hormonal no metabolismo lipídico e na resistência à insulina. Estudos sobre Terapia Hormonal: Estudos observacionais sobre risco de câncer de mama. Efeitos de combinações de estrogênio e progesterona no câncer de endométrio. Progestágenos da Nova Geração: Descrição de novas moléculas para terapia hormonal. Ênfase na especificidade em relação a outros efeitos hormonais. Disponibilidade de Misoprostol no Brasil: Exportação para a América Latina. Disponibilidade apenas em hospitais brasileiros. Interpretação de Estudos e Viés de Seleção: Influência do viés de seleção nos estudos hormonais. Questões sobre interação com receptores de progesterona. Progestágenos de Nova Geração e Pílula do Dia Seguinte: Utilização em contraceptivos hormonais. Eficiência da pílula do dia seguinte. Terapia Hormonal e Risco de Eventos Adversos: Debate sobre risco de AVC isquêmico. Necessidade de mais estudos sobre benefícios e riscos. Opções de Reposição Hormonal e Potencial Terapêutico: Avaliação de opções de reposição hormonal. Discussão sobre potência e eficácia. Desafios na Comercialização de Novos Medicamentos: Dificuldades regulatórias e de mercado. Exemplo de produto não disponível devido a questões de preço.
Plataformas de Inteligência Artificial aplicadas à Medicina
01:26:25

Plataformas de Inteligência Artificial aplicadas à Medicina

Resumo em tópicos dos temas tratados: Universidade de São Paulo alcança 51ª posição em ranking mundial de universidades Destaque na área de obstetrícia e ginecologia Evolução histórica da inteligência artificial (IA) desde 1956 Ubiquidade atual em diversas áreas, incluindo navegação por GPS Diversidade de aplicações da IA Desde planilhas eletrônicas até assistentes virtuais como Alexa Capacidade de acelerar processos Distinção entre IA estreita e IA geral Foco em tarefas específicas versus capacidade de realizar uma variedade de funções Preocupações éticas relacionadas ao uso da IA Regulamentação e fake news Papel da Organização Mundial de Saúde na discussão dessas questões Aplicações da IA na área médica Processamento de imagem, diagnóstico e cirurgia robótica Projeto Neuralink para conectar o cérebro humano a dispositivos eletrônicos Futuro da IA na medicina Possibilidade de empresas licenciarem plataformas para criação de algoritmos específicos Importância de debater e regulamentar seu uso Criação de plataforma pelo Icesp para alimentar banco de dados com cânceres GPT Melhoria contínua da plataforma, incluindo recursos como chat, áudio, transcrição e tradução Evolução do chat GPT 4 com recurso de busca online Importância do chat GPT como ferramenta de auxílio aos profissionais de saúde Caso de diagnóstico sugerido pelo chat GPT Uso ético da inteligência artificial na saúde Necessidade de compreender suas limitações e papel de auxílio aos profissionais de saúde Aplicações diversas da IA na saúde Pesquisa científica, análise estatística, emissão de laudos e comunicação com pacientes Questões regulatórias e éticas relacionadas à disseminação de informações falsas na internet Papel da academia e validadores de notícias para combater o problema Necessidade de equilíbrio no acesso à informação e responsabilidade das instituições na garantia da qualidade dos dados Adaptação da academia à evolução tecnológica Desenvolvimento próprio de inteligência artificial Questões éticas na influência de plataformas digitais na tomada de decisões Importância da supervisão clínica na implementação de sistemas de IA na saúde Preocupações com a formação dos alunos diante da rápida evolução tecnológica Necessidade de orientação dos professores na busca por informações confiáveis Auditoria e atualização constante dos sistemas de IA para garantir precisão e confiabilidade Potencial das tecnologias de tradução em tempo real para facilitar a comunicação global
Aspectos morfológicos do endométrio nas fases da vida da mulher
01:21:29

Aspectos morfológicos do endométrio nas fases da vida da mulher

Aula ocorrida em 13 de dezembro de 2023. Professor Manoel de Jesus Simões aborda aspectos morfológicos. Discussão sobre morfema metria, imunoquímica do endométrio e fases da vida da mulher. Professor Manoel é pesquisador sênior e professor titular na Escola Paulista de Medicina. Laboratórios ligados ao Hospital das Clínicas mantidos por recursos do SUS. Exploração da estrutura do útero e modificações ao longo da vida da mulher. Origem e evolução da menstruação em diferentes animais. Regulação hormonal envolvendo hipotálamo, hipófise, ovário e endométrio. Influência dos hormônios estrógeno e progesterona no ciclo menstrual. Detalhamento do ciclo menstrual: fase basal, funcional e descamação durante a menstruação. Abordagem da vascularização do endométrio e sua relação com a fase funcional. Papel dos fibroblastos, macrófagos e colágeno no endométrio. Ativação de genes durante a fase gerativa estrogênica no ciclo menstrual. Observações morfológicas nas glândulas tubulares retificadas. Importância do estudo do estroma e tecido conjuntivo. Microscopia eletrônica revela modificações nas glândulas, núcleos e aumento do volume. Diferenças no tecido conjuntivo em resposta a vários hormônios. Atividade mitótica observada mesmo na fase secretora. Glândulas endometriais tornam-se tortuosas durante diferentes fases do ciclo menstrual. Estudo tridimensional revela glândulas paralelas na região inferior do endométrio. Contribuição de células-tronco para a formação e manutenção do endométrio. Predominância de células-tronco durante a menstruação e sua relação com genes ativados. Análise do endométrio em ovários policísticos, mostrando remodelação e apoptose. Impacto dos hormônios sexuais na estrutura e função do endométrio. Modelos experimentais, incluindo a administração de melatonina, mostram alterações no ciclo menstrual e ovário policístico. Variação na expressão gênica e proteica do endométrio relacionada a hormônios e ciclo menstrual. Discussão sobre a janela de implantação e sua variabilidade entre mulheres e ciclos menstruais. Explanação sobre alterações nos propósitos do spin na janela de implantação. Destaque para moléculas de adesão na receptividade do endométrio. Referência à tese de Paulo Serafim sobre fatores de crescimento, incluindo o fator de leucemia. Abordagem da possibilidade de resolver questões relacionadas a falhas de implantação e abortamentos. Menciona o trabalho do professor Salvatore sobre hiperplasia e hipertrofia nos casos de sangramento. Eficácia da curetagem na remoção da camada funcional hiperplásica. Abordagem do papel do cortisol e sua capacidade de alterar diversos aspectos. Discussão sobre o tratamento de embolização e a importância de estudar a anatomia vascular. Pergunta sobre o diâmetro seguro das partículas na embolização. Reflexões sobre o endométrio em relação à fertilidade, aborto e ovário policístico. Questionamento sobre apoptose em usuárias de Mirena e implantes hormonais masculinos. Comentários sobre reações violentas e mudanças no endométrio nesses casos. Discussão sobre a indução de ovulação na síndrome dos ovários policísticos. Chamado para a continuação de estudos sobre o endométrio, especialmente em casos de infertilidade, aborto e ovário policístico. Votos de Feliz Natal e ótimo ano novo. Reconhecimento ao professor Manoel e desejos de sucesso para o Congresso Mundial de Morfologia. Encerramento do ano com retomada prevista para fevereiro.
Tratamento atual da Infecção Urinária Recorrente
51:38

Tratamento atual da Infecção Urinária Recorrente

Resumo dos principais temas abordados: Foco na incontinência urinária recorrente, um problema de saúde pública. Prevalência de 1 a 6% das consultas médicas por infecção urinária. 250 milhões de pessoas no mundo têm infecção urinária anualmente. Importância do Tema: 50% das mulheres terão episódios de infecção urinária na vida. 25% dessas mulheres terão infecção urinária recorrente. Necessidade de melhorar a qualidade de vida dessas mulheres. Causas e Defesas do Organismo: Migração de bactérias, principalmente Escherichia coli. Anatomia feminina favorece infecções devido à uretra curta e proximidade a vagina e ânus. Importância do pH e da mucosa protetora. Existência de lactobacilos e papel do estrogênio pós-menopausa. Tratamento e Prevenção: Uso de substâncias como ácido hialurônico na camada de glicose. Identificação de fatores de risco, como alterações na flora vaginal e atividade sexual frequente. Correção de distopias genitais, diabetes mellitus e anormalidades do trato urinário. Diagnóstico e Tratamento da Infecção Urinária Recorrente: Definição de infecção urinária recorrente. Uso adequado de antibióticos com base em cultura de urina. Preocupação com resistência bacteriana e orientações para tratamento. Prevenção: Medidas gerais, como ingestão de líquidos, micção periódica e evacuação adequada. Evitar o uso de diafragma e espermicida. Enfoque na profilaxia não antibiótica, destacando o problema da resistência bacteriana. Alternativas para Profilaxia: Destaque para medidas gerais e o uso de estrogênio local. Avaliação crítica de antibióticos profiláticos e probióticos intra vaginais. Importância de considerar a eficácia e resistência bacteriana nas escolhas de tratamento. Conclusão: Ênfase na abordagem integrada para melhorar a qualidade de vida das mulheres com infecção urinária recorrente. Alerta sobre o uso responsável de antibióticos devido à resistência bacteriana global. Probióticos Intra Vaginais: Melhora de 95% dos episódios após três meses de uso. Recomendação por seis meses, com 60% de volta da infecção urinária. Importância na prevenção da resistência bacteriana. Uso de probióticos com duas cepas, aminoácidos e deutério duas vezes por semana. Falta de evidência científica clara. Ácido Hialurônico: Dilação semanal por oito semanas para tentar refazer a camada de glicose. Uso de ácido hialurônico 40 miligramas intra vesical por 6 a 8 semanas sem forte evidência científica. Cranberry: Uso de suco de cranberry para bloquear a aderência do patógeno nas células. Destaque para a substância "pronto" em cranberry. Dose ideal em estudo multicêntrico (36 miligramas mais efetivas?). Evidências de eficácia em diversas metanálises, comparando com placebo e probióticos. Revisão de diferentes formas de cranberry (suco, tabletes, pó). Necessidade de padronização adequada dos produtos. Antibióticos e Outras Terapias: Antibióticos profiláticos têm eficácia limitada a longo prazo. Uso de Nitrofurantoína, Bactrim, Cefalexina, e outras opções em situações específicas. Uso de imunoterapia e estimulação do sistema imune como método promissor. Guidelines Recomendados: Tratamento inicial com medidas comportamentais, estrogênio vaginal, imuno profilaxia. Uso de antibiótico profilaxia em casos persistentes. Cranberry e probióticos ainda carecem de mais evidências. Abordagem personalizada conforme a resposta do paciente. Outros Tópicos: Menção a técnicas micro ablativas sem evidência específica para infecção urinária recorrente. Nomes comerciais de produtos, incluindo dosagens específicas. Discussões em Andamento: Proposta de estudo multicêntrico para avaliar a eficácia de diferentes doses de cranberry. Dúvidas sobre a dose ideal, padronização de produtos e necessidade de mais estudos. Ênfase na importância de evitar o uso excessivo de antibióticos para melhorar a qualidade de vida das pacientes.
Código de Ética da Faculdade de Medicina
01:14:37

Código de Ética da Faculdade de Medicina

Resumo em tópicos da aula: Apresentação da Professora Ana Germani: Professora doutora do Departamento de Medicina Preventiva da FMUSP. Coordenadora do Núcleo de Ética e Direitos Humanos. Coordenação do GT de Direitos Humanos e Diversidade. Comissão de Inclusão e Pertencimento da Faculdade de Medicina da USP. Fala da Professora Ana Claudia: Agradecimentos ao convite. Envolvimento no ensino de graduação. Abordagem sobre o Código de Conduta Ética da Comunidade FMUSP. Discussão sobre Códigos Éticos: Importância dos códigos de ética na prática profissional. Breve histórico da criação do Código de Ética da Faculdade. Destaque para a revisão do código em andamento. Princípios do Código de Ética: Baseado em paz, democracia, liberdade, justiça e equidade. Promoção de uma cultura respeitosa e proteção dos direitos humanos. Harmonia nas relações interpessoais. Expectativas e Regras de Conduta: Regras comuns e específicas para alunos, docentes e servidores. Enfatiza a não promoção de situações de desrespeito, humilhação e constrangimento. Combate a todas as formas de discriminação e violência. Ênfase no respeito à diversidade em vários aspectos. Respeito às Singularidades e Pluralidades: Destaque para o respeito a diversas características, incluindo religião, política, raça, gênero, idade e deficiência. Importância de reconhecer e respeitar a diversidade para evitar desigualdades. Conclusão: Chamado à leitura e reflexão do documento. Ênfase na dinamicidade e colaboração na revisão do código. Necessidade de diálogo sobre ética e conduta na comunidade acadêmica. Avaliação da familiaridade e desafios com diferentes temas: Discussão sobre regras e limites nas relações entre docentes e estudantes. Importância da comunicação com os pacientes. Reflexão sobre a formação médica e o profissionalismo. Código de Ética: Detalha normas, incluindo sigilo de informações e comunicação. Comunicação como competência progressiva e dinâmica. Apresentação dos quatro capítulos do Código de Ética, com foco nas disposições finais. Núcleo de Ética e Direitos Humanos: Análise de violações. Instância educativa. Desafio de trazer temas éticos para a prática. Outros Tópicos Discutidos: Nuvem de palavras como representação simbólica das palavras-chave. Importância do pertencimento e da ética na construção da comunidade. Desafios na desnormalização de comportamentos inadequados e promoção de mudanças. Dificuldade atual de fazer piadas em contexto social sensível. Experiência de lidar com conflitos éticos, como agressão a uma aluna. Discussão sobre códigos de ética na USP e a necessidade de atualização. Insuficiência do Código de Ética da USP de 2001. Presença de Comissões de Direitos Humanos em algumas unidades. Diferenças entre as unidades da USP e a necessidade de adaptação dos códigos. Naturalização de comportamentos e a necessidade de desnaturalização. Desafios em lidar com vieses implícitos e a importância de conversas corajosas. Reflexão sobre o papel das relações interpessoais na construção da harmonia. Discussão sobre a avaliação de estudantes e a necessidade de avaliar competências profissionais. Importância de modelos positivos na formação de profissionais de medicina. Casos de assédio na faculdade e a repercussão diferenciada. Questionamento sobre a existência de disciplinas específicas sobre ética no currículo atual. Menção à presença de discussões éticas transversais em algumas disciplinas.
Aspectos psicossociais e desejo de fertilidade em pacientes com DDS e sexo social  feminino
01:13:25

Aspectos psicossociais e desejo de fertilidade em pacientes com DDS e sexo social feminino

Desenvolvimento Sexual Biológico: • Três etapas no desenvolvimento sexual biológico: determinação cromossômica, desenvolvimento gradual e desenvolvimento fenotípico. • Composições cromossômicas diversas resultam em indivíduos masculinos ou femininos. • Destaque para casos como a Síndrome de Turner e Klinefelter. Desenvolvimento Sexual: • Explicação da cascata masculina e feminina na diferenciação sexual. • Abordagem do desenvolvimento dos genitais externos, dependendo da produção e ação de hormônios sexuais. Desenvolvimento Psicossocial: • Três compartimentos no desenvolvimento psicossocial: identidade de gênero, papel de gênero e orientação sexual. • Discussão sobre a evolução dos papéis de gênero ao longo do tempo. Variações na Sexualidade: • Referência ao estudo pioneiro de Alfred Kinsey sobre a sexualidade humana. • Apresentação de uma lista da Comissão de Direitos Humanos com 35 situações de variações na sexualidade. • Observação sobre a dificuldade dos médicos em abordar abertamente a sexualidade em prontuários. Discriminação e Inclusividade: • Discriminação leva à formação de grupos inclusivos. • Crianças podem ser influenciadas negativamente se não avaliadas corretamente. Transsexualidade na Holanda: • Apenas 40% das crianças transgênero mantêm essa identidade na vida adulta. • Adoção de medidas cirúrgicas deve ser cuidadosa para evitar problemas futuros. Mudanças na Lei: • Mudança recente na lei permite a mudança de nome próprio sem laudo médico. • Restrição a uma alteração de nome. Brincadeiras na Infância: • Brincadeiras na infância são marcadores importantes da identidade de gênero. • Estudos em humanos e macacos indicam influência das brincadeiras na identidade de gênero. Efeitos dos Esteroides: • Esteroides influenciam o desenvolvimento psicosexual, comportamento, papel de gênero e orientação. • Pouca evidência sobre os efeitos dos estrogênios. Condições Congênitas: • Três grupos de condições congênitas relacionadas ao sexo cromossômico. • Diferenças entre DBS 46 XX e 46 X e Y. Avaliação Psicossocial em Indivíduos com DBS 46 XX e 46 X e Y: • Avaliação de papel de gênero, identidade de gênero, disforia, vida conjugal e fertilidade. • Diferenças significativas observadas. Influência da Exposição Pré-Natal: • Exposição pré-natal à androgenia influencia resultados de gênero. • Efeito organizacional nos indivíduos X, Y e ativador nos casos sem exposição pré-natal a androgenia. Disforia de Gênero: • Mudanças no sexo social observadas em 18,7% dos casos. • Maioria das mudanças foi de feminino para masculino. Hiperplasia Adrenal Congênita (XX no Sexo Feminino): • Orientação homossexual observada em 15 casos. • Menor desejo de ter filhos e maior atividade física. Conclusões: • Exposição pré-natal à androgenia impacta desenvolvimento psicossocial. • Genitália atípica não interfere na vida sexual após correção cirúrgica adequada. • Guia de orientação para pais e adultos disponível. Reconhecimento: • Destaque para a importância da professora Dorina Hex no trabalho pioneiro. • Criação de grupos e ambulatórios dedicados à transexualidade e sexualidade feminina
Alterações cervicais glandulares: o que fazer?
01:18:11

Alterações cervicais glandulares: o que fazer?

Aula ocorrida em 08 de novembro de 2023, com os tópicos debatidos: Introdução à reunião e palestra sobre alterações cervicais glandulares. Discussão sobre o método de Papanicolau e sua importância na detecção de câncer cervical. Evolução da nomenclatura das alterações cervicais ao longo do tempo. Identificação das diferentes células cervicais e glandulares. Preocupações com células glandulares atípicas e sua relação com neoplasias. Importância das diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer cervical. Discussão sobre a sensibilidade e especificidade do exame de Papanicolau. Relação entre alterações glandulares e neoplasias. Preocupações com adenocarcinoma in situ cervical. Fatores que podem influenciar a detecção de alterações glandulares. Necessidade de investigação ativa em casos de endometriose e alterações glandulares. Fluxograma de condutas para pacientes com células glandulares atípicas. Importância da colposcopia na avaliação de alterações cervicais. Dificuldades na realização da colposcopia em mulheres mais velhas. Considerações sobre a multicentricidade das lesões cervicais. Problemas na coleta de material para exames de citologia cervical e anatomia patológica. Importância de preencher corretamente as fichas de informação. Iniciativa de treinar os médicos na coleta adequada do material foi elogiada. Caso de diagnóstico de câncer de apêndice que migrou para o colo do útero e foi coletado com a escovinha. Ênfase na importância do ensino na área médica e o valor do trabalho em equipe na medicina. Discussão sobre câncer de pâncreas e câncer de mama. Ênfase na importância da pesquisa, especialmente na doença glandular. Agradecimentos pelo trabalho com a colheita de DNA de HPV. Discussão sobre histeroscopia no diagnóstico da GC. Debate sobre a realização de café em ambiente ambulatorial ou hospitalar. Perguntas sobre persistência de HPV negativo e investigação endometrial. Ênfase na importância de não negligenciar a vulva e a vagina nos exames ginecológicos. Comentários sobre terminologia e uso da língua portuguesa na área da saúde. Informação sobre a próxima reunião e evento de sexualidade.
Alterações citológicas de origem indeterminada. ASCUS e ASCH
01:15:51

Alterações citológicas de origem indeterminada. ASCUS e ASCH

Realizada dia 01 de novembro de 2023. Resumo dos tópicos da aula: Introdução da professora Marici Tacla, doutora e chefe de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia na Divisão de Ginecologia do HC FM USP. Exploração de alterações e siglas em citologia cervical. Discussão sobre questões relacionadas a citologia normal. Apresentação das categorias de células epiteliais atípicas (ASC). Diferenciação entre ASC de significado indeterminado (ASCI) e ASC-H (ASC com suspeita de lesão de alto grau). Atualização das diretrizes de citologia cervical em 2016, sem incluir o teste de HPV. Nomenclatura brasileira para laudos patológicos do colo uterino e áreas genitais em 2020. Abordagem de anormalidades em células escamosas e glandulares. Diagnóstico diferencial de ASC com atrofia, inflamação, carcinoma invasivo e outras entidades. Importância de manter a categoria de ASC em citologia cervical. Discussão sobre a qualidade de laboratórios de citologia cervical. Referência à nomenclatura Bethesda adotada pela Sociedade de Citologia Brasileira. O texto fala sobre a prevalência de anormalidades de citologia, especialmente o diagnóstico ASC-US (Atypical Squamous Cells of Undetermined Significance) em exames ginecológicos. Discute a importância do HPV (Papilomavírus Humano) na triagem e detecção de lesões cervicais. Menciona a realização de colposcopia e biópsia em casos de ASC-US. Aborda estratégias de manejo de ASC-US em diferentes faixas etárias, incluindo adolescentes, mulheres em menopausa e gestantes. Apresenta uma nova abordagem de triagem baseada em riscos, levando em conta idade, exames anteriores, comorbidades e tratamentos anteriores. Cita a prevalência de NIC 2/3 (Neoplasia Intraepitelial Cervical grau 2/3) e câncer cervical em diferentes faixas etárias. Refere-se ao desafio de ensinar nomenclaturas complexas e evolventes aos residentes. Pergunta sobre o impacto das vacinas na prevalência de lesões cervicais. Discussão sobre pacientes residentes que podem enganar devido à aprendizagem. Reclamações sobre residentes não discutirem casos. Mudanças no padrão de vacinação do HPV e genotipagem. Preocupações com a não volta das pacientes após o tratamento. Necessidade de padronização na medicina. Discussão sobre marcadores de proliferação e tipos de HPV. Necessidade de rastreamento com HPV. Estratégias para rastreamento após histerectomia. Impacto dos anticoncepcionais e longevidade na saúde feminina. Ampliação do programa de vacinação do HPV. Sugestões para melhoria do rastreamento e prevenção. Encorajamento para protocolos e condutas médicas atualizadas.
Desafios no diagnóstico da sífilis
01:01:59

Desafios no diagnóstico da sífilis

Reunião clínica realizada no dia 25 de outubro de 2023. Confira os principais tópicos: Apresentação do Professor Celso Granato, especialista em Doenças Infecciosas, Professor Associado do Departamento de Moléstias Infecciosas da Escola Paulista de Medicina-Unifesp Chefe do Setor de Infectologia do Laboratório Fleury - Discussão sobre os desafios no diagnóstico da sífilis. - Aumento dos casos de sífilis no Brasil, incluindo sífilis primária assintomática. - Preocupações com sífilis terciária e sífilis congênita. - Impacto da PrEP na disseminação de doenças sexualmente transmissíveis. - Desafios no diagnóstico da sífilis congênita. - História da sífilis e desenvolvimento de testes de diagnóstico. - Aumento global de casos de sífilis. - Faixas etárias afetadas, incluindo idosos. - Diferença entre testes de diagnóstico de sífilis, como VDRL, RPR e testes de luminometria. - Uso do teste de Western blot para distinguir infecção congênita da sífilis. - Importância dos testes rápidos de sífilis de alta qualidade. - Estímulo ao uso desses testes, especialmente em situações de emergência e pré-natal. - Observação de que os testes de sífilis e HIV são de alta qualidade em comparação com outros testes de doenças. - Discussão sobre falsos positivos em testes de sífilis, com uma taxa de 1% a 3% de falsa positividade. - Recomendação do Ministério da Saúde de iniciar o diagnóstico com um telefonema ou de maneira não polêmica. - Ênfase na importância de confirmar os resultados com diferentes técnicas para evitar falsos positivos. - Desenvolvimento de técnicas de sequenciamento completo para identificar antígenos e desenvolver vacinas. - Descrição de técnicas diretas para detecção do agente causador da sífilis, incluindo microscopia de campo escuro e imunofluorescência. - Uso de PCR para detecção do DNA da bactéria. - Ênfase na necessidade de diagnóstico precoce, especialmente em pacientes com HIV, devido à rápida progressão da doença. - Discussão sobre sífilis em mulheres grávidas e a importância do diagnóstico e tratamento durante o pré-natal. - Exame de sorologia para avaliar a infecção fetal em comparação com a mãe. - Uso de testes de gene e western blot em crianças para confirmar o diagnóstico de sífilis congênita.
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