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Acervo em vídeo das Reuniões Clínicas Online da Disciplina de Ginecologia

Linha 1
Linha 2
Pré e pós-operatório em Ginecologia
01:23:16

Pré e pós-operatório em Ginecologia

Importância do Pós-Operatório Imediato e Tardio Expectativas e consentimentos no hospital e fora dele. Considerações psicológicas dos pacientes sobre seu agravo e doença. Expectativas dos Pacientes Impacto emocional e expectativas com cirurgias como câncer e incontinência urinária. Expectativas sobre cirurgias vaginais, visão corporal e sexualidade pós-operatória. Importância da reabilitação física e resultados cosméticos das decisões cirúrgicas. Avaliações Pré-Operatórias Exigência de exames laboratoriais dependendo da condição clínica do paciente. Necessidade de atenção à hemoglobina para evitar anemia no momento da cirurgia. Cuidados Intraoperatórios Prevenção de lesões de compressão e aquecimento do paciente para evitar hipotermia. Uso de dispositivos como mantas insufladas e aquecimento de soro para manter a temperatura corporal. Preparo da Pele Importância da escovação da pele e imbricação vaginal com clorexidina 1% para reduzir infecções. Tratamento de cervicites e genitais pré-operatório. Cicatrização Pós-Operatória Fases da cicatrização: inicial (inflamação), proliferação (fibroblastos e colágeno), e maturação. Cuidado com infecção e limpeza da ferida operatória. Uso de curativos específicos como curativos a vácuo e à base de cola para promover a cicatrização. Protocolo de Recuperação Pós-Operatória (ATS) Implementação de protocolos como ATS em alguns hospitais para melhorar as condições pós-operatórias. Princípios focados na minimização de riscos e melhoria da satisfação do paciente​​.
Estado atual do tratamento do Mioma do Útero
01:14:50

Estado atual do tratamento do Mioma do Útero

Contexto e Estatísticas: 580 cirurgias ( laparotomias exploradoras, cistos de ovário, ninfoplastia, bartholinectomia, curetagens, etc…). Destas, 270 foram realizadas pelo diagnóstico de mioma nos últimos dois anos. Média de 6 laparotomias por semana, com uma casuística robusta. Perfil das Pacientes: Média de idade das pacientes: 45 anos. Alta prevalência de obesidade, com IMC médio de 29. Volume uterino médio nas laparotomias: 611 cm³. Complicações Cirúrgicas: Complicações incluem fístula vesicovaginal, lesão de intestino delgado, deiscência de cúpula vaginal. Nenhum caso de sarcoma ou malignidade encontrado. Equipe Cirúrgica: Destacados quatro principais cirurgiões que contribuíram significativamente para o tratamento. Desafios e Inovações: Discussão sobre a obesidade e sua relação com o mioma uterino. Novas medicações e tratamentos para evitar cirurgias desafiadoras. Dificuldades na Pesquisa: Estudos sobre mioma uterino são dificultados pela heterogeneidade da doença. Falta de evidências científicas sólidas sobre o tratamento e seguimento. Tratamento Conservador: Foco na abordagem conservadora devido à complexidade e falta de evidências no tratamento conservador. Desafios em tratar mulheres jovens e assintomáticas que desejam engravidar. Conduta e Seguimento: Divergência de opiniões sobre o seguimento de pacientes assintomáticas. Questões sobre a necessidade e frequência de ultrassonografias. Critérios de Intervenção: Debate sobre o momento e a necessidade de intervenção cirúrgica em miomas de diferentes tamanhos. Questionamento sobre o ponto de corte de 5 cm para indicar miomectomia. Classificação FIGO: Utilização da classificação FIGO para categorizar miomas. A importância de refinar a classificação para melhor entendimento e tratamento. Impacto na Fertilidade: Discussão sobre como miomas intramurais afetam a fertilidade. Necessidade de uma abordagem integrada entre especialistas em reprodução humana e tratamento de miomas. Tempo para Gestação Pós-Miomectomia: Falta de consenso sobre o intervalo ideal para engravidar após miomectomia. Revisão sistemática recomeda liberação para concepção sem tempo mínimo de espera entre cirurgia e concepção. Conclusão: Importância de uma avaliação cuidadosa e individualizada de cada caso. Necessidade de mais evidências científicas para guiar a prática clínica no tratamento de miomas uterinos.
Câncer de mama na gestação
59:20

Câncer de mama na gestação

Diagnóstico durante a gravidez e lactação: Diagnóstico com agulha grossa “core biopsy”. Riscos de hemorragia e fístula láctea. Recomendações para biópsia: retirar o máximo de leite, usar agulhas finas, evitar áreas próximas da papila. Diferenças no diagnóstico pré-menopausa e durante a lactação: Dificuldade em diferenciar lesões precursoras. Estadiamento com raio-x de tórax e ultrassom abdominal, evitando cintilografia e PET-CT devido à alta radiação. Tratamento de câncer na gravidez: Cirurgia e quimioterapia são possíveis após a 13ª semana de gestação. Quimioterapia deve ser pausada duas a três semanas antes do parto. Radioterapia é recomendada apenas no puerpério. Avaliação materna e fetal no pré-natal: Individualização do pré-natal com base no estado clínico da mãe e condições fetais. Avaliação do crescimento fetal com altura uterina e ultrassonografia. Importância de evitar a prematuridade, recomendando o parto após 37 semanas. Quimioterapia e amamentação: Suspensão da amamentação se a mãe for iniciar quimioterapia. Análise da placenta para verificar possíveis complicações. Radiação em exames durante a gravidez: Comparação das doses de radiação: mamografia, tomografia e PET-CT. PET-CT tem dose de radiação equivalente a dez anos de exposição ambiental. Consentimento para procedimentos durante a gravidez: Importância do termo de consentimento assinado pela paciente e médicos. Procedimentos e complicações descritos no termo. Considerações finais: Relevância de informar e capacitar médicos sobre os riscos e procedimentos adequados. Discussão sobre aborto terapêutico e suas implicações legais. Este resumo cobre os principais pontos discutidos na reunião, incluindo diagnóstico, tratamento, avaliação pré-natal e considerações sobre radiação e procedimentos legais.
Sexualidade da mulher moderna
01:03:54

Sexualidade da mulher moderna

Resultados positivos com o uso de energia no tratamento de diversas patologias, conforme a experiência da dra Flávia e sua equipe. Tratamentos para vaginose e atrofia vaginal utilizando energia são mencionados, com estudos mostrando eficiência e alta satisfação das pacientes. Importância da personalização do tratamento é enfatizada, comparando energia com métodos tradicionais. Estudo e protocolo envolvendo aplicações de energia com intervalos específicos, avaliados clinicamente e patologicamente. Discussão sobre o uso de estrogênio e testosterona manipulada, com protocolos intercalando esses hormônios, resultando em boa tolerância das pacientes. Desafios práticos, como a dificuldade no uso de dispositivos e medicações, são abordados, juntamente com a adaptação dos protocolos conforme a resposta das pacientes. Benefícios do tratamento, como a melhoria na qualidade de vida e a redução da frequência de aplicações, são destacados. Uso de propionato de testosterona, a possibilidade de estudar receptores hormonais no introito vulvar por biópsia . Protocolos hormonais que intercalam estrogênio e testosterona manipulada são mencionados, e a proposta de manutenção do tratamento com energia é discutida. Alternativas ao propionato de testosterona, e a betametasona mostram resultados semelhantes no líquen escleroso. Tratamentos pós-radioterapia por neoplasia ginecológica e uso de energias e dilatadores vaginais, com resultados satisfatórios, mas variáveis para cada paciente. Energia facilita a vida das pacientes, reduzindo a frequência de aplicação, com um estudo comparativo entre laser, estrogênio e testosterona. Considerações sobre radioterapia e energia abordam o tempo de aplicação e efeitos colaterais. Tecnologia de radiofrequência ablativa (FRAXX) é mencionada por sua facilidade de uso, e a satisfação das pacientes é bons resultados. Personalização do tratamento considera variáveis individuais como sono, alimentação e exercício no estimulo ao colágeno e a obtenção de melhores resultados.
Infertilidade masculina. Atualização.
01:08:14

Infertilidade masculina. Atualização.

Na palestra foram tratados diversos tópicos relacionados à fertilidade, diagnóstico e tratamento da infertilidade masculina e feminina, bem como questões éticas e de custo associadas aos procedimentos de fertilização in vitro: Introdução sobre a importância do conhecimento e da formação contínua na área médica. Discussão sobre diferentes métodos de estimulação para aumentar as chances de encontrar espermatozoides nos testículos. Descrição do processo cirúrgico para identificar e preservar os túbulos seminíferos mais propícios à produção de espermatozoides. Ênfase na importância de preservar a função testicular durante o procedimento cirúrgico. Apresentação de um método de mapeamento testicular para identificar áreas com maior produção de espermatozoides antes da cirurgia invasiva. Discussão sobre os resultados de um estudo sobre fertilização in vitro. Apresentação de técnicas avançadas de inseminação artificial e fertilização in vitro. Explicação sobre como são realizados os testes de seleção de espermatozoides para fertilização. Debate sobre os desafios e custos envolvidos nos procedimentos de fertilização in vitro. Abordagem da importância da orientação precoce sobre fertilidade masculina e feminina. Discussão sobre a importância da orientação médica sobre fertilidade desde a adolescência. Apresentação de um método de diagnóstico e tratamento de infertilidade masculina. Ênfase no papel do médico na orientação dos casais sobre as opções de tratamento e os custos envolvidos. Reconhecimento do avanço no tratamento da infertilidade masculina no Brasil. Agradecimento e reconhecimento ao Dr. Marcelo pela contribuição significativa no campo da Andrologia e tratamento da infertilidade masculina.
A sexualidade na consulta ginecológica
01:09:54

A sexualidade na consulta ginecológica

Contexto da abordagem da sexualidade na consulta ginecológica: Profissionais muitas vezes têm dificuldade e vergonha de abordar o tema. Ênfase na importância de discutir sexualidade na formação dos profissionais de saúde. Toda consulta ginecológica envolve sexualidade: Sexualidade é um aspecto presente, independente da queixa principal. Importância de considerar a intimidade da paciente em todas as consultas. Abordagem das disfunções sexuais na consulta: Definição de critérios para diagnóstico de disfunção sexual pela OMS. Necessidade de frequência, persistência e sofrimento clinicamente significativo. Principais disfunções abordadas: desejo hipoativo, excitação sexual, disfunção orgásmica e disfunções ejaculatórias. Discussão sobre desejo sexual: Considerações sobre desejo espontâneo e responsivo. Avaliação da relação entre desejo e estimulação sexual. Abordagem clínica na consulta: Importância de utilizar linguagem adequada e evitar julgamentos morais. Uso de perguntas abertas para permitir que a paciente se expresse livremente. Diagnóstico e exame físico: Diagnóstico clínico baseado na história da paciente. Exame físico necessário para descartar causas orgânicas. Exames laboratoriais e anamnese: Exames laboratoriais não diagnosticam disfunções sexuais. Anamnese detalhada inclui histórico sexual, antecedentes médicos e contexto emocional. Principais queixas e causas a serem investigadas: Diminuição de desejo, dor na relação, dificuldade de orgasmo. Considerações sobre o contexto do desejo sexual e sua complexidade. Conclusão: A sexualidade deve ser rotineiramente abordada em consultas ginecológicas. Importância de uma abordagem sensível e individualizada para cada paciente. Perguntas e respostas adicionais sobre problemas sexuais dos pacientes e suas soluções.
O estado atual da conceituação jurídica do embrião
01:31:11

O estado atual da conceituação jurídica do embrião

Reunião com o professor Eudes Quintino de Oliveira Júnior, especialista em Bioética da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto. Professor Eudes é apresentado como promotor de Justiça aposentado e chefe de gabinete da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Tema: estado atual da conceituação jurídica do embrião, em meio a debates sobre questões éticas e legais, após resolução controversa do Conselho Federal de Medicina. Destaque para complexidade do tema e enfoque jurídico, em contraste com abordagens médicas. Trajetória profissional de Eudes: da área jurídica à Bioética, explicando interesse e envolvimento na temática. Definição etimológica do embrião, seu desenvolvimento e evolução, importância histórica na medicina. Natureza jurídica do embrião, status legal e proteção legal desde a concepção. Conceitos como nascituro, embrião, feto e nascimento, com destaque para proteção legal e exceções relacionadas a situações como estupro e anencefalia. Lei de Biossegurança de 2005: aborda fertilização in vitro e manipulação de embriões fora do útero, refletindo avanços tecnológicos e legais. Avanço lento do Direito para abraçar novas situações, em contraste com evolução significativa na área médica. Lei 11.105 permite uso de células-tronco embrionárias para pesquisa e terapia, sob certas condições. Questões legais de embriões excedentes em casos de divórcio e implicações legais de embriões congelados. Embriões intra-útero têm direitos legais, enquanto embriões congelados não. Discussão sobre aborto gera conflitos legais e éticos. Resoluções médicas não têm força de lei. Embrião é tema de debates legais e éticos complexos, discutido no Congresso Nacional. Dignidade humana e direitos do embrião são questões em debate, assim como o aborto. Bioética desempenha papel importante na resolução de dilemas médicos e éticos. Princípio da autonomia da vontade na medicina e princípio da iniciativa das partes. Princípio da justiça distributiva e isonomia na Bioética. Política pública de saúde reflete pensamento de Michel Foucault sobre Estado prover saúde aos cidadãos. Discussão sobre Estatuto do Embrião no Congresso Nacional e necessidade de contemplar direitos e proteção do embrião. Questões éticas e legais relacionadas à fertilização in vitro, alojamento e congelamento de embriões, e debate sobre início da vida humana. Influência da bioética na prática médica e decisões sobre tratamentos e intervenções. Questões legais e éticas relacionadas à reprodução assistida, incluindo doação e descarte de embriões excedentes. Reflexões sobre aposentadoria e continuidade do engajamento em atividades significativas para sociedade, compartilhando conhecimento e experiência.
Como o ginecologista deve conduzir as doenças da mama
01:00:13

Como o ginecologista deve conduzir as doenças da mama

Resumo em tópicos da aula: Início da reunião e cumprimento ao professor Salomão, que chegou de Portugal. Agradecimento ao professor Carlos Ruiz, coordenador do setor de Doenças Benignas da Mama do Instituto Central da Faculdade de Medicina, que fará a apresentação. Introdução sobre o desenvolvimento mamário desde a vida intrauterina até a puberdade. Explicação sobre a influência hormonal no desenvolvimento mamário e a relação com doenças benignas e câncer de mama. Ênfase na importância da formação médica pelo SUS. Divisão da apresentação em duas partes: alterações funcionais benignas da mama e câncer de mama. Discussão sobre as características das doenças benignas da mama, como dor, cistos e nódulos. Recomendações sobre diagnóstico e manejo clínico das alterações mamárias, incluindo orientações sobre estilo de vida, exames físicos e exames de imagem. Abordagem sobre a relação entre desenvolvimento mamário, gestação e risco de câncer de mama. Explicação sobre a importância da mamografia e ultrassom de mama em diferentes faixas etárias e situações clínicas. Identificação e manejo dos nódulos mamários, incluindo fibroadenomas e cistos, com ênfase na conduta conservadora na maioria dos casos. Encorajamento à prática médica centrada no paciente e na prevenção do câncer de mama através de hábitos de vida saudáveis. Estabilização do crescimento de fibroadenomas, geralmente auto-limitado, com involução na pós-menopausa. Modificações relacionadas aos hormônios influenciam o crescimento. Fibroadenomas podem crescer em diferentes direções, resultando em características microscópicas distintas. Recomenda-se biópsia para todas as pacientes com fibroadenomas para diagnóstico definitivo. Pacientes com menos de 30 anos e sem fatores de risco para câncer de mama podem não precisar de biópsia antes dos 30 anos. Características como o diâmetro paralelo à pele e a regularidade do nódulo podem indicar benignidade, eliminando a necessidade de biópsia. Opções de tratamento incluem aspiração por agulha fina para citologia, mas para casos suspeitos de câncer, recomenda-se biópsia com imuno-histoquímica. Procedimentos diagnósticos para nódulos mamários variam com base na idade e no tamanho do nódulo. O fluxo capilar sanguinolento pode indicar risco de carcinoma, mas a maioria dos casos é benigna. Os complexos mamários podem exigir biópsia para avaliação do conteúdo. O paciente deve ser orientado sobre o autoexame da mama, e o papel do ginecologista no diagnóstico e rastreamento é fundamental. O rastreamento ideal para câncer de mama ainda não é amplamente implementado, com a maioria das diretrizes recomendando início aos 40 anos, anualmente. A orientação e a educação do paciente são essenciais para o rastreamento e diagnóstico eficazes. Discussão sobre o uso de ácido gama no tratamento da dor mamária, com ênfase na importância da conversa e mudanças de estilo de vida. O exame clínico da mama pelo ginecologista é crucial para o diagnóstico precoce. Sugestões para aprimorar o diagnóstico e o tratamento de lesões mamárias benignas, incluindo o uso adequado de ultrassom e mamografia, evitando pedidos excessivos de ressonância. Considerações sobre o uso de fitoterápicos e tamoxifeno no tratamento da dor mamária, bem como a importância da eficácia do placebo. Comentários sobre as dificuldades técnicas em mamografias e a preferência dos pacientes pelo ultrassom. Destaque para a necessidade de mais educação e orientação aos pacientes sobre o diagnóstico e tratamento de doenças mamárias.
Cirurgia Robótica em Ginecologia Oncológica
01:09:06

Cirurgia Robótica em Ginecologia Oncológica

Rodrigo Fernandes, assistente do setor de ginecologia oncológica do Icesp/Hospital das Clínicas/Divisão de Ginecologia da FMUSP, apresenta experiência na área. Primeiro robô do Hospital das Clínicas foi para o Icesp, escolhido pelo Prof. Jesus para procedimentos em ginecologia oncológica. Rodrigo possui vasta experiência em cirurgia robótica e laparoscópica, apresentando a experiência do Icesp. Impacto dos Avanços Tecnológicos: Avanços tecnológicos, incluindo cirurgia robótica, têm impactado a medicina. Cirurgia robótica oferece vantagens como movimento de punho, visão 3D e diferentes pinças. Comparação entre cirurgia robótica e laparoscópica em artigos, destacando resultados similares. Cirurgia Minimamente Invasiva em Câncer de Ovário: Discussão sobre cirurgia minimamente invasiva em câncer de ovário e benefícios da radiologia para indicação de cirurgias. Importância da experiência na escolha entre cirurgia robótica e laparoscópica. Revisão de artigos sobre cirurgia robótica em diferentes tipos de câncer ginecológico. Histerectomia Radical e Cirurgias Selecionadas: Discussão sobre histerectomia radical e retomada da cirurgia minimamente invasiva para casos selecionados. Comparativo entre cirurgias abdominal, laparoscópica, robótica e vaginal em histerectomia radical. Preservação da Fertilidade e Qualidade de Vida: Análise de cirurgia de preservação da fertilidade e qualidade de vida em pacientes. Experiência do Icesp em Cirurgia de Câncer de Endométrio: Experiência do Icesp em cirurgia de câncer de endométrio, incluindo estadiamento completo por laparoscopia. Comparação entre Laparoscopia e Cirurgia Robótica: Laparoscopia foi mais rápida do que cirurgia robótica nas mãos do orador devido aos primeiros casos realizados. Curva de aprendizado diminui o tempo do procedimento com o aumento do número de casos. Média de 15 linfonodos retirados na laparoscopia; média de 11,5 linfonodos retirados no robô, devido ao sistema estar ainda em curva de aprendizado. Evolução dos Sistemas e Utilidade em Casos Específicos: Com a evolução dos sistemas, os limites vão sendo quebrados, permitindo atingir e operar casos mais complexos. O robô pode ser útil em casos onde há resistência ou limitação de espaço, como em pacientes com grandes massas tumorais. Câncer de Endometriose e Economia Pélvica: Aumento das incidências de câncer de endometriose demanda cirurgia minimamente invasiva, sendo a laparoscopia totalmente factível. Estabilidade da câmera e visão 3D facilitam o procedimento. Linfonodo Sentinela e Anatomia Linfática: Cirurgia do linfonodo sentinela requer interpretação anatômica para identificar os canais linfáticos e linfonodos. Uso do infravermelho próximo facilita a localização do linfonodo sentinela. Futuro da Cirurgia Robótica: Integração com Inteligência Artificial para orientação em tempo real durante o procedimento. Uso de um portal único para entrada de todos os instrumentos cirúrgicos é uma possível evolução. Importância da Precisão, Treinamento e Desafios: Precisão é crucial, especialmente em cirurgias complexas, independentemente do uso do robô. Treinamento adequado, tanto para cirurgiões experientes quanto para residentes, é essencial. Custos elevados da cirurgia robótica são um desafio, especialmente em comparação com outras técnicas. Discussão sobre Custos e Comparação entre Laparoscopia e Cirurgia Robótica: Cirurgia robótica é 40% mais cara do que a laparoscopia. Foco na necessidade de acessibilidade à cirurgia minimamente invasiva para mais pacientes. Potenciais Vantagens, Desafios e Limitações da Cirurgia Robótica: Maior precisão e menor fadiga para o cirurgião. Menor sangramento e menor tempo de recuperação para o paciente. Alto custo do equipamento, necessidade de treinamento da equipe e limitações técnicas. Cirurgia a Distância e Realidade Virtual: Potencial futuro da cirurgia a distância com o avanço da tecnologia 5G. Uso de realidade virtual para treinamento médico, com plataformas já disponíveis no mercado. Considerações sobre Evolução Tecnológica na Medicina: Necessidade de equilibrar avanços tecnológicos com custos acessíveis. Desafios enfrentados pelas instituições de saúde, operadoras de planos de saúde e pelo sistema público de saúde. Comparação com a evolução de outras tecnologias, como o surgimento do carro elétrico em meio aos carros convencionais.
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