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Estado atual do tratamento do Mioma do Útero



A palestra na íntegra pode ser conferida neste link.


Palestra "Estado atual do tratamento do Mioma do Útero", proferida pelo Prof Dr Marcos Messina. Este resumo cobre os principais pontos abordados, fornecendo uma visão geral dos temas discutidos na reunião clínica.


Contexto e Estatísticas:

  • 580 cirurgias ( laparotomias exploradoras, cistos de ovário, ninfoplastia, bartholinectomia, curetagens, etc…). Destas, 270 foram realizadas pelo diagnóstico de mioma nos últimos dois anos.

  • Média de 6 laparotomias por semana, com uma casuística robusta.


Perfil das Pacientes:

  • Média de idade das pacientes: 45 anos.

  • Alta prevalência de obesidade, com IMC médio de 29.

  • Volume uterino médio nas laparotomias: 611 cm³.


Complicações Cirúrgicas:

  • Complicações incluem fístula vesicovaginal, lesão de intestino delgado, deiscência de cúpula vaginal.

  • Nenhum caso de sarcoma ou malignidade encontrado.


Equipe Cirúrgica:

  • Destacados quatro principais cirurgiões que contribuíram significativamente para o tratamento.


Desafios e Inovações:

  • Discussão sobre a obesidade e sua relação com o mioma uterino.

  • Novas medicações e tratamentos para evitar cirurgias desafiadoras.


Dificuldades na Pesquisa:

  • Estudos sobre mioma uterino são dificultados pela heterogeneidade da doença.

  • Falta de evidências científicas sólidas sobre o tratamento e seguimento.


Tratamento Conservador:

  • Foco na abordagem conservadora devido à complexidade e falta de evidências no tratamento conservador.

  • Desafios em tratar mulheres jovens e assintomáticas que desejam engravidar.


Conduta e Seguimento:

  • Divergência de opiniões sobre o seguimento de pacientes assintomáticas.

  • Questões sobre a necessidade e frequência de ultrassonografias.


Critérios de Intervenção:

  • Debate sobre o momento e a necessidade de intervenção cirúrgica em miomas de diferentes tamanhos.

  • Questionamento sobre o ponto de corte de 5 cm para indicar miomectomia.


Classificação FIGO:

  • Utilização da classificação FIGO para categorizar miomas.

  • A importância de refinar a classificação para melhor entendimento e tratamento.


Impacto na Fertilidade:

  • Discussão sobre como miomas intramurais afetam a fertilidade.

  • Necessidade de uma abordagem integrada entre especialistas em reprodução humana e tratamento de miomas.


Tempo para Gestação Pós-Miomectomia:

  • Falta de consenso sobre o intervalo ideal para engravidar após miomectomia.

  • Revisão sistemática recomeda liberação para concepção sem tempo mínimo de espera entre cirurgia e concepção.


Conclusão:

  • Importância de uma avaliação cuidadosa e individualizada de cada caso.

  • Necessidade de mais evidências científicas para guiar a prática clínica no tratamento de miomas uterinos.

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