top of page
Buscar


Microbioma vaginal. Atualização
Entenda o microbioma vaginal, sua relação com disbiose, menopausa, fertilidade e doenças ginecológicas e os desafios de sua aplicação clínica.
há 2 dias


Uso e abuso da dosagem de HAM
Por que não se deve pedir AMH indiscriminadamente: o exame mede quantidade, não qualidade, não mostra sozinho a velocidade de perda da reserva e é limitado como preditor isolado da fertilidade.
5 de set.


Inteligência Artificial em Medicina: o que a evidência mostra — e para onde estamos indo
Toda tecnologia molda quem faz uso dela.” O palestrante ressalta que médicos e estudantes já estão sendo moldados pelas tecnologias que utilizam e que o risco está em permitir que essa influência ultrapasse limites razoáveis. É um trecho curto, forte e autossuficiente para divulgação.
29 de ago.


Trauma na Mulher
O desfecho não é apenas a sobrevida. Precisamos considerar continência urinária e fecal, função sexual, dor pélvica, imagem corporal, saúde mental, fertilidade, autonomia e qualidade de vida. O sucesso do tratamento é multidisciplinar.
15 de ago.


Inovação em Cirurgia
A inovação em cirurgia só faz sentido quando melhora o cuidado, forma melhor o cirurgião e amplia segurança ao paciente.
18 de jul.


Estado atual da transferência de embriões
A gente tem avanço tecnológico, tem que acompanhar o avanço tecnológico, tem que ajudar o desenvolvimento, mas a gente não pode atropelá-lo. A gente não pode sair fazendo tecnologia não consagrada para oferecer tratamento.
6 de jun.


O Estatuto do Paciente e a inovação tecnológica
por Eudes Quintino de Oliveira Júnior O Estatuto dos Direitos do Paciente, assim como também de suas obrigações, não é um documento taxativo, hermético e sim, em várias oportunidades, deixa entrever que, além dos direitos previstos no diploma, há outros elencados ou até mesmo difusos. Assim é que o art. 5º da referida lei, dispõe: outros direitos dos pacientes previstos na legislação devem ser aplicados em conjunto com as disposições desta lei. Em suma, o Estatuto faz ver que
2 de jun.


Sangramento Uterino Anormal
“O sangramento uterino anormal deve ser compreendido não apenas como desafio clínico individual, mas como problema estrutural de saúde pública em seus diferentes níveis de atenção.”
16 de mai.


Risco cardiovascular e terapia hormonal da menopausa: da advertência à confiança
A reunião clínica discute como a doença cardiovascular é a principal causa de morte feminina após os 50 anos e revisa o papel da terapia hormonal na menopausa. A palestra questiona a interpretação histórica do WHI, destaca a importância da janela de oportunidade e reforça que a indicação deve ser individualizada, considerando risco trombótico, via de administração e perfil clínico da paciente.
25 de abr.


Amenorreias: algoritmo diagnóstico
A ideia nossa com esse projeto é levar conhecimento e dar mais autonomia para médicos da rede pública e também da rede privada, porque a amenorreia ainda é um calcanhar de Aquiles na vida do ginecologista.
18 de abr.


Princípios Reconstrutivos Aplicados à Mastologia e Ginecologia
A reconstrução da mama está relacionada a um resultado em que a estética gera qualidade de vida e gera uma melhor recuperação. A paciente, por conta da anatomia, está restabelecida.
11 de abr.


Gameficação na Educação
Gamificação é o uso de elementos de jogos em contextos educacionais para aumentar engajamento e motivação. Quando bem planejada, melhora a retenção do conhecimento e permite feedback imediato. No entanto, seu uso exige equilíbrio, pois pode gerar aprendizado superficial se focado apenas em recompensas e não no conteúdo.
28 de mar.


Sexualidade na menopausa
A sexualidade no climatério não é apenas uma questão hormonal, mas envolve fatores psicológicos, relacionais e socioculturais. Muitas mulheres apresentam dor, alterações de desejo e impacto na autoestima, frequentemente não abordados na consulta. O diagnóstico é essencialmente clínico, e o tratamento deve ser individualizado, incluindo intervenções psicossociais e educação, mais do que apenas terapias farmacológicas.
21 de mar.


Panorama atual do ensino médico no Brasil
“O número de médicos não basta ser analisado de forma absoluta; é preciso considerar a qualidade da formação e a distribuição desigual pelo país. Hoje, 33% dos formandos não atingem proficiência mínima, o que revela uma crise estrutural no ensino médico brasileiro.”
14 de fev.


Ética em pesquisa
O Comitê de Ética não é um entrave ao pesquisador. Ele protege o pesquisador, o participante e garante a civilidade do processo científico, dentro de normas nacionais e internacionais.
7 de fev.


Perimenopausa: conceito, fisiopatologia, diagnóstico e conduta
Palestra aborda conceitos, fisiopatologia e tratamento da menopausa, destacando diagnóstico clínico, sintomas, riscos e estratégias seguras de reposição hormonal.
13 de dez. de 2025


A importância da autocoleta vaginal no rastreamento do câncer de colo uterino
O HPV é condição necessária, mas não suficiente para o câncer do colo. A auto coleta associada ao teste molecular amplia cobertura, antecipa diagnósticos e pode transformar o rastreamento populacional.
6 de dez. de 2025


Como publicar seu artigo sem custo e em acesso aberto: acordos transformativos
Publicar em acesso aberto amplia a visibilidade, aumenta citações e fortalece o impacto científico. Com os acordos transformativos da CAPES, pesquisadores da USP podem publicar sem custos em periódicos híbridos, desde que utilizem ORCID e a afiliação institucional correta, garantindo reconhecimento institucional e métricas adequadas.
29 de nov. de 2025


Mycoplasma genitalium: a nova clamídia
O Mycoplasma genitalium é um agente emergente associado a cervicite, uretrite persistente, DIP, infertilidade e prematuridade. Sem parede celular, adere e invade células sem receptores, forma biofilme e apresenta alta resistência a macrolídeos, dificultando o tratamento. O manejo ideal é sequencial: redução da carga com doxiciclina seguida de azitromicina ou moxifloxacino, conforme resistência e contexto clínico.
22 de nov. de 2025


A ética reprodutiva na Ginecologia moderna
"A seleção genética deve servir à saúde, nunca à exclusão. A ética médica deve equilibrar liberdade individual e justiça social, evitando ampliar desigualdades. No Brasil, o maior desafio ético é garantir o direito reprodutivo a todos, com responsabilidade e compaixão."
8 de nov. de 2025
bottom of page
