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FMUSP na Globo: Violência doméstica no climatério aumenta casos de dor pélvica e endometriose, aponta estudo
Estudo revela que abusos durante o climatério afetam a saúde física e mental, incluindo aumento de vaginismo, infecções ginecológicas e outras disfunções sexuais. Mulheres vítimas de violência doméstica durante o climatério apresentam maior prevalência de dor pélvica, disfunções sexuais e sintomas de estresse pós-traumático do que aquelas sem histórico de agressões, apontou um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). A pesquisa “Sexualidade e saúd
21 de out. de 2025


O impacto do estilo de vida no câncer de mama
“Não existe remédio que substitua o poder transformador de um estilo de vida saudável.
Alimentação equilibrada, exercício regular e autocuidado reduzem recidivas e mortalidade, enquanto gratidão e perdão fortalecem o corpo e a alma.
O caminho de cura está dentro de cada um de nós.”
18 de out. de 2025


Professores da FMUSP falam sobre hormônios ao longo da vida no programa CNN Sinais Vitais
Os professores Edmund Chada Baracat, titular da Disciplina de Ginecologia do HC-FMUSP, e Isabel Cristina Esposito Sorpreso, professora associada da mesma Disciplina, serão entrevistados no programa CNN Sinais Vitais , apresentado pelo Dr. Roberto Kalil. O episódio abordará o tema “Os hormônios ao longo da vida”, com discussões sobre as mudanças hormonais na adolescência e no climatério, destacando a importância do equilíbrio hormonal em diferentes fases da vida da mulher. 🗓
17 de out. de 2025


Participe da Pesquisa AMB
Convite aos colegas a participarem da pesquisa da Associação Médica Brasleira (AMB). Clique no link para acessar: https://pesquisasamb.org.br/form?speciality=GinecologiaEObstetricia&form=GinecologiaEObstetricia
14 de out. de 2025


Rastreamento do câncer de mama baseado no risco. Discussão de casos clínicos
"O rastreamento do câncer de mama deve ser estruturado conforme o risco individual. A mamografia é o pilar, mas suas limitações, como sensibilidade reduzida em mamas densas, reforçam a necessidade de métodos complementares como a ressonância magnética. A identificação precoce de mulheres de alto risco, especialmente com mutações genéticas ou histórico de radioterapia torácica, é essencial para reduzir a mortalidade e garantir tratamentos menos invasivos."
11 de out. de 2025




Abandono de recém-nascido e o patrimônio genético
por Eudes Quintino de Oliveira Júnior Não com muita frequência, mas esporadicamente, a imprensa noticia o fato de a mãe ter abandonado o...
6 de out. de 2025


Doença inflamatória pélvica aguda: como tratar?
“A compreensão da microbiota intestinal e vaginal abre novas janelas de oportunidade para prevenção e tratamento da doença inflamatória pélvica. A disbiose pode aumentar citocinas pró-inflamatórias, enquanto dietas ricas em fibras e o uso de probióticos auxiliam na restauração da homeostase e na redução do risco de infertilidade e dor pélvica crônica.”
4 de out. de 2025


Inscreva-se: Congresso Moldando o Futuro da Saúde
Estão abertas as inscrições para o Congresso Moldando o Futuro da Saúde - O I Congresso da Academia de Medicina de São Paulo . Para...
3 de out. de 2025


Doença de Parkinson na Mulher
“O sexo feminino é um fator de proteção em relação à doença de Parkinson. A prevalência em homens é 1,4 vez maior. Mulheres apresentam início mais tardio, predominância de tremor e mais depressão/ansiedade, enquanto homens sofrem mais com alterações cognitivas. O estrógeno exerce papel neuroprotetor, reduzindo inflamação e deposição de proteínas, justificando parte das diferenças entre os sexos.”
27 de set. de 2025


A malformação do embrião e o aborto
por Eudes Quintino de Oliveira Júnior O ser humano, em razão de sua própria natureza, guiado pela inteligência de que é dotado, esbarra...
23 de set. de 2025
A extensão do sigilo médico
por Eudes Quintino de Oliveira Júnior De vital importância no relacionamento médico-paciente o documento chamado prontuário médico, de...
15 de set. de 2025


Papel da Radiologia Intervencionista na Ginecologia
“A radiologia intervencionista traz alternativas minimamente invasivas para ginecologia, como radiofrequência, micro-ondas e crioablação. Nos miomas, mostra bons resultados em pacientes com contraindicação ou recusa cirúrgica, preservando o útero. Também há avanços em endometriose e adenomiose, embora faltem estudos robustos. O futuro aponta para integração multidisciplinar, inovação tecnológica e foco na seleção criteriosa dos casos.”
13 de set. de 2025


Primeiro transplante de útero bem sucedido entre pacientes vivas na América Latina é realizado no HC da USP
Prof. Dr. Edmund Chada Baracat Edmund Baracat e Luiz Augusto Carneiro d’ Albuquerque comentam a respeito da nova tecnologia de...
9 de set. de 2025


Nota de falecimento: Prof. Dr. Paulo César Serafini
Faleceu hoje o Prof. Dr. Paulo César Serafini, que foi Docente do nosso Departamento, Orientador do nosso Programa de Pós-Graduação e...
8 de set. de 2025


Cuidados na assistência ginecológica à adolescente
O Prof. José Alcione destacou que, embora muitos ginecologistas se sintam aptos a atuar em todas as áreas, a adolescência traz particularidades clínicas, éticas e legais que exigem preparo específico. Ele ressaltou a importância de reconhecer limites e buscar apoio entre colegas, apresentando duas situações frequentes e preocupantes do atendimento diário.
6 de set. de 2025
Considerações sobre a inteligência artificial
por Eudes Quintino de Oliveira Júnior A cada dia que passa o mundo vai se transformando rapidamente. A revolução tecnológica cresce a...
1 de set. de 2025


Vacinação na mulher nas diferentes fases da vida
"Vacinação não é apenas para crianças. Hoje temos calendários para adolescentes, adultos e idosos. O HPV, por exemplo, protege contra câncer cervical e já mostrou redução expressiva nos países com alta cobertura. Apesar disso, a adesão caiu no Brasil, marcada pelo preconceito e hesitação vacinal. Vacinar é uma responsabilidade coletiva: protege a mulher em todas as fases da vida e também a comunidade."
30 de ago. de 2025


Candidíase vulvovaginal. Atualização.
A candidíase vulvovaginal, segunda causa de vulvovaginites, impacta fortemente a qualidade de vida. Sua recorrência é favorecida por antibióticos, hormônios, diabetes e imunossupressão. O diagnóstico exige mais que a simples observação clínica, pois o erro pode chegar a 70%. O tratamento deve considerar formas não complicadas e recorrentes, enquanto novos antifúngicos e vacinas ainda enfrentam limitações.
23 de ago. de 2025


O admirável velho mundo novo
por Jesus Paula Carvalho Ora veja senhor, sei e não sei, por que me tornei médico. O doutor Moraes , porém, já sabia que seria médico...
20 de ago. de 2025
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